Por agora, escrevendo nada. Mas ouvindo muito. E vendo. E uma coisa é gancho para outra. Então vamos lá.
Estou assistindo loucamente a quinta temporada de The L Word, que pra quem não sabe é um seriado americano sobre a vida de lésbicas, e se passa em Los Angeles. Ok, tudo bem, sei que as mulheres de verdade não são assim tão fodas, lindas e etc, mas é bom desfrutar um pouco dessas boas ilusões. E até que existem mulheres bem mais interessantes na vida real. Então foda-se.
Pra quem quiser baixar, clique aqui. Tem que fazer registro no site, e a “chave de confirmação”, aquelas letrinhas desenhadas meio ilegiveis que pedem pra você por pra garantir que você é humano, geralmente tem que ser escritas em CAIXA ALTA, ou caps look, como quiser.

Que mais?
No seriado The L Word existe uma personagem chamada Alice. Ela é uma jornalista e tal, faz uns podcast legais. E é uma bocuda. Ok. Na vida real a atriaz que interpreta Alice, Leisha Hailei, tem uma banda: Uhhu Huh Her

Leisha na Diva Magazine

Uhu huh her tem um som incrivel. E expressões beeem interessantes, cantadas como sussuro no meio das músicas, do tipo: “It turn me on”. Bem bom.
Outra banda que eu conheci através The L Word é a Client.

Através de um clipe no orkut, alias, desses que te dão spoiler sobre as séries. Eu particulamente adoro spoiler.. A letra da música “Lights go out” então. Wow.

Se você não gosta de spoiler, não veja o tal clipe abaixo.

 

 

Himen

Himen

Está no ar o Blog da banda Himen!

Minha banda, por acaso. Hehe. Lá vocês podem encontrar novidades da banda, quando vai rolar shows e tudo o mais. Estamos em processo de “volta da banda”, por enquanto. Mas logo logo teremos novidades legais. =)

Visitem-nos!

www.himen.wordpress.com

“And when I’m gay, I dress this way. IS SOMETHING WRONG WITH THAT? No ;D!”

Estavamos minha sombra e eu
caminhando pela nossa rua
quando começou a chover.
Voltamos.
Não estavamos tão longe de casa.
“Vamos pegar o guarda-chuvas”, disse a ela.
Nos acompanhamos uma a outra
quando nenhuma outra sombra vem nos acompanhar.
Nos acompanhamos muito bem.
É divertido, bastante confortavel.
Concluímos, em dias como esse, que bastamos uma a outra.

“É a agonia de viver na cidade grande. Tudo muito rápido e voraz”, diz ela.
“Então vamos logo. Zarpamos antes que outras coisas além da agonia atraque”, eu completo.

 

Todos eles vão
pra baladinhas heterossexuais
Seus amigos vão
Pra baladinhas heterossexuais

As meninas vão
pra baladinhas heterossexuais
Todos sempre são
todos sinceros
afinal
são bem legais

Seu amigo vai
transar
Sua amiga vai
foder
A outra também
deve lamber

E você
vai continuar 
esperando o trêm passar
numa cidade
sem trilhos

Falling Clic

 

Uma pauta para aula de fotografia: fotojornalismo. E daí? Nada de novo na cidade mesmo. Vamos lá. Mais fotos da igreja, do mendigo, do cachorro. Cotidiano. É chato.

Mas, de repente… Não, nem mais que de repente. Bem agora!

Crianças de azul passando na rua, de mãos dadas, olhando artesanato. Clic.
Velhinho Hare Krishna tocando uma flauta que fez a mão. Clic.

Espetáculo no meio da cidade. Um casal descendo de rapel, um prédio azul. Clic.

Várias noivas correndo loucas pelo calçadão. Clic.

 

Descobri um barulho para a boa sorte.

Dial antigo

Resenha sobre livro de golpe eleitoral é algo Dispensável para a vida.Só ler está de bom tamanho.
Indispensável é um bom vinho e um bom amigo. Não exatamente nessa ordem. Um bom vinho, um bom amigo e uma garota divertida para se conversar. É importante que ela tenha qualquer beleza, mesmo que lá dentro dos olhos, para que o ambiente fiquei mais colorido. Ou tanto faz, vamos sentar no banquinho e ver passar nossas próprias garotas de Ipanema. Ou um bom amigo, um bom vinho e uma pipa. E vento, muito vento. E casacos, e cachecóis. E cerol?

Aqui partimos pra aventura. Muito cuidado, vamos para um lugar mais alto. Não queremos matar motoqueiros ou ciclistas, não é mesmo? Um chapéu pela revolução. E uma pipa lá no alto. Revoluções internas que a gente cospe. Torna-se externo. Revoluções do próprio organismo, que se irrita com o frio.

Um bom vinho, uma garota divertida. Ai você vai pensar: sexo. Mas com esse frio, meu filho, é melhor continuar de casaco, ein. Converse. Menina bonita, ao contrario do que se pensa, não é modelo de nada. É o que dizem “Que beleza de menina inteligente e divertida”. Assim que as meninas são legais.

Porém, há um pressuposto: cores. Eu e você podemos gostar de cores diferentes, mas eu e ele gostamos de vermelho. Ainda gostamos de vermelho. E continuamos insistindo que, para os cabelos, essa é a cor que mais cola. Como touro numa arena.

Arriba! Bem forte e bem alto, vamos gritar no meio da multidão, gritando as mesmas coisas que a multidão grita, até que nossas gargantas doam. Ninguém vai ouvir nossa voz nessa hora. Mas vai ouvir a Nossa voz, o que é bem mais importante.

Arte. Arte é um negócio. Negócio não é arte. Arte é algo bem além de negócios. E negociando tempo para arte que se vive a vida. No fim estamos negociando tempo para viver a nossa própria vida, o que é mais arte do que qualquer coisa.

Arte também é conhecer alguém que vibre na mesma freqüência que você. Não estou falando de romance, amor romântico, obsessão e morte. Respectivamente, pouca gente consegue inverter. Mas se você quiser pensar que é, pode ser. Porque não? Existem casais que vibram sempre na mesma freqüência. Isso é mágico. Mas têm aqueles que, depois de um tempo, vão mudando a freqüência. Alguns se tornam Freqüência Modulada, outros continuam em Amplitude Modulada. Enfim. Assim também são os casais de amigos; os casais de tio e sobrinha; os trios, quartetos, quintetos e tudo o mais de amigos; de família.

Você também adapta sua freqüência, as vezes. Alias, você adapta sua freqüência, as vezes, pra passar em harmonia nos campos de pessoas diferentes de você? Eu adapto. Não mudo a minha, mas não mostro toda a minha intensidade.

É libertador encontrar alguém que vibre na mesma freqüência que você. Vibrar com força - e sem conotação sexual. Pois, mesmo que essa pessoa se afaste fisicamente, você pode reencontrá-la bem fácil. É só procurar no dial de memórias boas.

Bem, somos mortais, logo pensamos, lembramos. Temos memórias nem sempre devidas. Nostalgias quando ouvimos alguma canção… acontece. E a nostalgia de hoje trouxe um poema. Mas não se engane, escrevi para mim mesma. Pra satisfazer o ego. Então, ai vai.

Meu presente é minha canção

 

Saudade do romantismo barato

De contar as horas

De não medir esforços

 

As flores arrancadas no caminho

As músicas cantadas sem querer

Hoje fazem sentido

 

Os longos beijos escondidos

Os passeios solitários de volta pra casa

Na madrugada

De baixo de chuva

Tanto fazia

 

Saudade dos pensamentos furtivos

Dos amassos massivos

Pular a janela

E sair correndo

 

E correr contra o tempo

Como se desse mesmo

Pra chegar antes de acontecer

E acontecer antes de chegar o fim

 

No final das contas

O fim é somente o recomeço de um começo anterior

Andry Warhol - Drag Queen

 

Queria saber por que os fast-foods têm tantos funcionários gays – aqui em Itajaí é maioria. Isso é, no mínimo, um tanto curioso.Você já parou pra pensar quantos artistas gays são tão gays e você não sabe? E todos amam? E entre esses todos, quantas são as pessoas homofobicas? São muitas. Algumas disfarçam…
Todos são grandes hipócritas: alguns disfarçam a homofobia, outros a homossexualidade. E assim caminha a humanidade, devorando um a um. Ai, bixa!

Bom, não vim aqui falar sobre direitos e blas, mas acabei falando. Vim contar sobre minha surpresa. É o seguinte: estava eu em meu lugar, e veio alguém e me passou um vídeo, intitulado “A Drag a gozar”. Olhei o título e pensei: nossa, que bosta, deve ser pornografia suja (porque existe bem feita, tipo… hentai? Ou… Nelson Rodrigues? Chega a isso? Não sei. Sei que tem coisa boa. E quando é bem feito eu gosto =D).

“Vamo lá, ver esse vídeo”, pensei. Nossa, mona, quando vi o vídeo fiquei passada, bi! Haha. O vídeo é uma paródia da canção popular “A velha a fiar”. Porém uma paródia gay, com muitos personagens do meio GLS (ou GLBTTS, para as bixas mais orgulhosas).

Mas a surpresa foi a seguinte: achei legal, ok. Comecei a passar para os meus contatos gays do msn e… Nossa! Todos já tinham visto! É o mundo gay misteriosamente interligado.

Veja o vídeo e dê risada

É de costume ver esses personagens dentro das boates e nos meios gay. Acho que conheço pessoas que se encaixam em todos os estereotipos do vídeo. Inclusive o “Tesão Inflável”. E, olha, se você conhece mais de 5 esteriótipos do vídeo… ou você é mesmo mente aberta, ou … desconfie. Hehe.O episódio da “Bolachona” bolinar a “Amiga moderninha” também aconteceu na minha presença, e foi muito engraçado… né? Haha. Mais engraçado porque a bolachona era horriiivel de feia, e a amiga moderninha ficou apavorada.
 

 

 

 
 
 
 

 

 

=)

 

Ruca Souza.

Saturno

Na verdade, bem da verdade, quando morremos não viramos espirito, nem vamos pro céu. Muito menos pro inferno. Quando morremos vivamos gás. Então alguns vão pra Jupiter e outros pra Saturno. As pessoas mais sérias vão pra Jupiter - veja que o platena é até maior. E as mais legais e loucas vão pra Saturno. Essas podem escapar da sua realidade de gás dando uma volta nos Anéis de Saturno. As de Jupiter são sempre as mesmas.

Ruca Souza.